No contrato com um grande varejista, a precisão não é um diferencial — é um requisito mínimo. Uma caixa com grade errada. Uma nota fiscal com SKU divergente. Um lote com 200 peças a menos. Para o varejista, isso é uma intercorrência operacional. Para o fornecedor, é uma multa, uma devolução e, em casos recorrentes, o encerramento de um contrato. O pedido perfeito não é uma meta aspiracional — é o padrão que o mercado inteiro está convergindo para adotar.
Separação manual de pedidos em volume
Em operações de 50 ou mais pedidos por dia, a separação manual cria taxa de erro estrutural. Operadores cansados, pedidos similares, SKUs com nomenclaturas parecidas — o erro não é resultado de descuido, é resultado de volume.
Conferência sem tecnologia na saída
Conferência por código de barras ainda exige posicionamento individual de cada peça. Em lotes de 500 itens, isso demora horas e ainda falha. Com RFID, um portal na saída do CD lê todas as peças de uma caixa em segundos — sem abrir a embalagem.
Faturamento e rastreabilidade pós-expedição
Nota fiscal gerada com base em dados manuais gera divergência em cada expedição. E quando o varejista contesta um lote, o fornecedor sem rastreabilidade não consegue provar o que foi expedido — o custo é absorvido sem ferramenta de defesa.
Fornecedores que implementam verificação RFID na expedição relatam redução superior a 90% nos erros de pedido nos primeiros 60 dias. Converse com a iTAG e estruture a expedição perfeita na sua operação.