Inventário Anual: O Custo que Ninguém Coloca na Planilha

Toda confecção de médio ou grande porte conhece o ritual. Uma vez por ano a produção para. Colaboradores abandonam suas funções por dois, três, às vezes cinco dias. Contam peça por peça, setor por setor. Os números voltam para o sistema. E em menos de 30 dias, o sistema e o estoque físico já estão desalinhados de novo. O inventário anual não é uma boa prática consolidada — é um paliativo que nunca foi questionado porque não havia alternativa operacionalmente viável.

O custo do dia parado não aparece como custo de inventário

Em uma fábrica produzindo 200 mil peças por mês, cada dia de produção parada representa entre 8 e 10 mil peças não produzidas. Um inventário anual de três dias pode consumir um mês inteiro de lucro — raramente computado como custo do inventário.

Os dados degradam mais rápido do que o próximo ciclo chega

Operações com ciclos anuais tomam decisões com base em snapshots que envelhecem no dia seguinte ao fechamento. Seis meses depois, o gestor está operando com um mapa desatualizado — resultado clássico: excesso em alguns SKUs, ruptura em outros.

O inventário anual não captura o que acontece no intervalo

Furtos, extravios, erros de expedição e divergências de produção que ocorrem entre um ciclo e outro ficam invisíveis. Quando os números finalmente não fecham, já é tarde demais para identificar onde o desvio aconteceu.

Entenda como estruturar o inventário cíclico na sua operação com a iTAG.

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