Durante anos, a relação entre magazine e fornecedor têxtil foi baseada em preço, prazo e qualidade do produto. Esse modelo está ganhando uma quarta variável: conformidade tecnológica. Os maiores varejistas brasileiros já operam internamente com RFID. Quando um fornecedor entrega peças sem a etiquetagem correta, o CD do varejista precisa fazer o serviço que o fornecedor deveria ter feito.
Etiquetagem individual no padrão GS1 EPC GEN2
O GS1 é o organismo internacional que criou o código de barras. O EPC GEN2 é a evolução desse padrão para RFID — cada etiqueta recebe um código único e imutável que identifica aquela peça específica no mundo inteiro, sem duplicatas.
Integração com sistemas do varejista
Dados de inventário precisam fluir automaticamente do fornecedor para o sistema do contratante. Um fornecedor que leva 48 horas para confirmar estoque disponível está fora do ritmo do varejo moderno.
Rastreabilidade de lote e grade
Não basta ter a etiqueta certa — o varejista precisa saber que a grade está correta antes que o lote entre no CD. Fornecedores com rastreabilidade RFID conseguem emitir relatórios de composição de grade por pedido antes do embarque.
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