No setor têxtil, existem custos que têm nome e sobrenome na planilha: matéria-prima, mão de obra, frete. E existem custos que aparecem no resultado do mês sem assinatura. A quebra de grade é um deles. Quando uma caixa com 300 camisas chega a uma loja com proporção errada de tamanhos, a loja aceita, vende o que pode, devolve o resto, e multa. O fornecedor absorve o custo sem saber em qual etapa do processo o erro aconteceu.
No corte e na costura
Sem rastreabilidade individual por peça, não há como garantir que a proporção correta de cada tamanho foi mantida da mesa de corte até o final da linha de costura. O erro não é intencional — é estrutural.
Na separação para expedição
Montar caixas com grade correta por pedido, manualmente, em uma operação de 100 mil peças por mês, é matematicamente arriscado. Em dias de alta demanda, a margem de erro aumenta proporcionalmente ao volume.
No inventário do Centro de Distribuição
Quando o CD não tem precisão por SKU e tamanho, a reposição para as lojas é feita por estimativa — que cobra seu preço na forma de ruptura nos tamanhos mais vendidos e excesso nos menos procurados.
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